Não te aflijas com a pétala que voa: também é ser, deixar de ser assim.
Eu deixo aroma até nos meus espinhos ao longe, o vento vai falando de mim. E por perder-me é que vão me lembrando, por desfolhar-me é que não tenho fim.
Hotel Fazenda Menino da Porteira Poema de Cecília MeirellesSexta-feira, 21 de agosto de 2009 Ouro Fino - Sul de Minas
Ah! se todos os blogueiros tivesses essa sensibilidade! Gostei.
ResponderExcluirLindo prima!
ResponderExcluirVoce sempre se supera...