Terça-feira, Novembro 24, 2009

Papo de jardineiro... Adaptação e entendimento do ser clorofilado!

As floreiras, no dia que receberam as plantas, sábado(14) para reduzirem o calor da varanda...

- Clara, você molhou as floreiras?


- Molhei. Mas o pé de lichia tá com as folhas amareladas, secas...por que será? Vai morrer?

- Com certeza, não. Exija que façam um regime de rega espartano nos primeiros meses

- Espartano significa muito ou pouco?

- Pouco é o descaso. A excelencia é o acompanhamento.

- Dário, as folhas secarem é normal? O sol esta semana foi inclemente. Estou preocupada. As folhas secaram. Ela vai morrer? Não quero que morra
O pé de lichia, no dia que foi plantado, bem verdinho e já com frutinhas...

- Meu Deus, você fala dificil demais.

- A Graça pensa ....mais trabalho. Não deixe por conta dela.

- Pois é, viajei a semana inteira, quando cheguei na sexta molhei, tô molhando duas vezes ao dia.
Se planta morrer ..

- Um estresse da planta não é compensado pela bonanza.

- Então ela vai morrer? Não me diga isso!

- Não. farei uma avaliação ainda nesta semana , continue molhando.

- Tá, beijinhos. Boa noite. Vou colocar mais água nela.

- Clareta , plantas são adoção, de qualquer modo sinto-me responsável. Fique tranquila, farei algo.

- Tá, beijos.

- Tiau.

(O jardineiro, no caso, é meu irmão mais novo, Dário, agrônomo. G-Talk, nesta terça-feira)

Cinema no CCBB de Brasília: O outro lado do muro


Em 2009, comemora-se os 20 anos da queda do Muro de Berlim. Durante os mais de 40 anos que esteve de pé, esse muro foi símbolo de opressão e obscurantismo, isolando a Alemanha Oriental do resto do mundo ocidental.

Segundo os organizadores, ao se apresentar 15 filmes produzidos no país durante o período da Guerra Fria, O Outro Lado do Muro pretende reconhecer o precioso valor histórico e estético dessa cinematografia até então praticamente desconhecida.




SERVIÇO

Data: 25 de novembro a 6 de dezembro
Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil
Brasília - SCES, Trecho 2, lote 22
Bilheteria/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h
Telefone: (61) 3310-7087
Ingressos: R$ 4 (inteira) | R$ 2 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos)

Obs: as exibições em DVD têm entrada gratuita

Segunda-feira, Novembro 23, 2009

Em Macapá, a Feira do Empreendedor...

As Feiras do Empreendedor, que integram o circuito apoiado pelo Sebrae anualmente em um número variável de cidades de todo o Brasil, são oportunidades de negócios, de capacitação, de disseminação do conhecimento.
Estas fotos dão uma ideía da Feira do Enmpreendedor, aberta em Macapá, na última quinta-feira, 19, com a presença do diretor do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos.
As fotos não estão nada boas, mas provam que os produtos expostos esvanjam qualidade e designer. A carteira acima é de fibra vegetal e pigmentada com tintura artesanal. Criatividade! Garrafas pets são utilizadas para se prender retrozes de linha. Evitam que caiam pela trepidação das máquinas de costuras...
Foi grande a procura por cursos e palestras...

Eu e o rio mar...

Quando eu era criança, acostumada apenas com ribeirões e riachos que cortam montanhas e vales do sul de Minas, ouvia histórias de meu pai sobre um rio tão largo, tão largo, tão largo...que nele, quem viajava de barco, navio, canoa, não conseguia ver nenhuma das margens. O Amazonas, o rio mar...
Sem as águas desse rio, meu pai contava, mares e oceanos secariam... E junto com a história do rio vinha também as lendas de botos que se transformavam em moços para namorar as meninas... de mulheres guerreiras, de mulheres que cegavam pela beleza, das proezas do invisível curupira...Eu sobrevoaria, pela primeira vez, a Amazônia bem baixinho e lentamente para me maravilhar com os mil tons de verde, com as pororocas, o encontro das águas fluviais e oceânicas na foz do grande rio, a bordo de um Búfalo, avião militar de transporte de carga e tropa, na década de oitenta... Eu já tinha trinta anos, mas quem se encantou com a floresta, com tanto verde, com tanta água e seus mistérios foi a menina das histórias de antigamente.

Macapá, 19 de novembro de 2009

Sou sempre feliz em Macapá...

Passeando de barco pelo amado Amazonas. Aventura! O barco que estávamos parou na metade do caminho e precisamos ser resgastados!!!
Almoço no Restaurante da Flora, município de Santana, às margens de um igarapé... O melhor camarão de água doce, ou melhor doce/salgada do mundo,o pitu...
Canoas, a remo ou motorizadas, meio de transporte das comunidades ribeirinhas.

Estas fotos são de 2008, quando estive lá para a inauguração do da nova sede do Sebrae/AP

Come-se muito bem em Macapá e Santana

Texto e fotos : http://www.viagemesabor.com.br

Vamos provar um pitu fresquinho, grande, saboroso? Então vamos ao município de Santana, cerca de 15 quilômetros do centro de Macapá, mais especificamente ao Restaurante da Flora, à beira do Igarapé da Fortaleza, um braço do Amazonas. Nos fins de semana o restaurante reúne as famílias de Macapá e Santana. “O Sarney (sim, o senador) adora a caldeirada de filhote”, diz Flora. “Já a D. Marly prefere o pirarucu desfiado com batata”. De entrada, ambos pedem iscas de pirarucu. Peça também. A própria Flora salga o pirarucu. “Fica mais saboroso”, diz.

Chico Junior
Imagem de uma mesa posta com ensopado e ao fundo um rio.
Pitu ao bafo (à esquerda) e pitu ensopado com filhote

A fama da comida boa atrai a visita de artistas, músicos locais, políticos e pessoas comuns interessadas em provar o tempero da Flora. Que faz questão de manter um cardápio diferenciado e cheio de novidades, que inclui peixes, frutas e frutos típicos da região.

Bem, voltemos ao pitu. Na Flora se come o pitu ao gosto do freguês, mas, para não complicar muito, peça-o ao bafo, ou ao leite de coco. Como entrada, é claro. Já como prato principal, siga a sugestão da Flora e aceite de bom grado o filhote ensopado com pitu (olha ele aí de novo), ao leite de castanha. Outras sugestões? Vamos lá: camarão regional ao bafo, camarão com molho de taperebá, caldeirada mista (peixe, camarão regional e pitu) e qualquer peixe (filhote, dourada, pirapitinga, tambaqui) de qualquer maneira. Destaque para o pirarucu com frutas energéticas da floresta (tapioquinha com pirarucu desfiado, acompanhado por um creme de castanha do Brasil). O tucunaré grelhado na manteiga também está entre os mais pedidos. Seu peixe é sempre fresco; compra diariamente, direto nos barcos que chegam pela manhã no porto de Santana. Como sobremesa, não pense duas vezes: creme de açaí com farinha de tapioca.

Imagem de um prato de açaí com farinha de tapioca.
Açaí com farinha de tapioca

Flora é de Santana mesmo, tem 42 anos, é baixinha e de uma energia que só ela. Tem 10 filhas, cinco adotadas. Vendia peixe assado e camarão em uma banca montada no meio da rua que dá no Igarapé da Fortaleza. Fez tanto sucesso que a barraca ficou pequena. Há cinco anos abriu um restaurante pequeno no local onde construiu o atual. Seu restaurante é simples e agradável. Enquanto almoça, o visitante tem aos seus olhos o ambiente do igarapé, com suas famílias ribeirinhas, barcos passando e crianças se divertindo em cima de frágeis canoas, galinhas soltas, gritos das araras.

Imagem de uma moça, a Flora, em frente a uma mesa no restaurante.
Flora começou vendendo peixe assado na rua

Em busca do Pitu

E de onde vem este tão afamado pitu? Vamos, então, atrás dele. Como não existe um esquema de passeio turístico para se chegar até a Ilha Rasa, onde famílias de pescadores armam as armadilhas para capturar o pitu, combina-se o passeio com o Chiquinho, marido da Flora, que transporta até quatro pessoas em sua lancha, ao preço total de R$ 150, para um passeio até a Ilha Rasa com a duração de cerca de duas horas (ida e volta). Lá você vai ver de perto como os pitus são atraídos para os matapis, as armadilhas em cujo interior são colocados frutos do babaçu, que os pitus adoram. Depois, é só tirar e levar para vender. É um passeio lindo, mas há que se acordar cedo, pois a saída do igarapé da Fortaleza tem que ser, no máximo, às sete da manhã.

Imagem de uma moça segurando um pitu.
O pitu do Rio Amazonas pode chegar a 30 centímetros

As peixarias

Outra característica da gastronomia local são as peixarias, barracas ou restaurantes simples que vendem peixe assado. Existem várias, principalmente em Santana. Bem ao lado do Restaurante da Flora se localiza uma delas, a Peixaria Fortaleza, do Seu Manoel e sua família. Na frente do restaurante, uma churrasqueira, brasas e, na grelha, uma visão das mais belas: tucunarés, curumatãs, matrinxãs, pirapitingas, tambaquis, pacus, tempero simples para não agredir muito o sabor do peixe, fresquíssimo. “Aqui na Fortaleza se faz o melhor peixe na brasa de Macapá, porque é fresco e simples no tempero”, informa Seu Manoel. E muito barato. Uma refeição para três pessoas sai por R$ 25.

Imagem do Sr Manoel fazendo os peixes na brasa.
Manoel e seus peixes na brasa: fresquíssimos e saborosos

A doce mão do Simão

Já se disse e repete-se: a variedade e os sabores das frutas do Norte são tantas e tantos que há o que se fazer com tamanha diversidade. Comê-las ao natural, fabricar doces, geléias, licores. E sorvetes, é claro. Desde pequeno o empresário Simão Cardoso convive com sorvetes, pois durante anos trabalhou com o pai na sorveteria da família até virar bancário. Cansou da vida do banco e resolveu voltar aos sorvetes. Só que, dessa vez, iria tocar o seu negócio dando ênfase à cultura gastronômica regional, usando todo o potencial das frutas exóticas da Amazônia. Procurou o Sebrae do Amapá, que o assessorou na montagem do negócio, fez um curso de sorveteiro e passou a pesquisar as frutas da região. Hoje, a Doce Mão, fundada em 1997, é uma das sorveterias mais famosas de Macapá, mesmo não ficando no centro da cidade.

Imagem do Simão com sovertes em uma bandeja.
Simão e seus sorvetes

Simão montou um esquema de distribuição e já entrega, por via aérea, para várias cidades do Nordeste, além de Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro. Os pedidos podem ser feitos por telefone.
Além de valorizar a cultura gastronômica local, Simão procurou trabalhar diretamente com algumas comunidades, que passaram a lhe fornecer diretamente as matérias primas (as frutas e frutos) dos seus sorvetes. Com isso, além de valorizar a cultura local junto à comunidade, gerava renda. O tucumã e o mucujá, ele compra diretamente de famílias de Maruanum. No mercado de frutas da cidade tem fornecedores fixos, também provenientes de comunidades do interior, de castanha, mangaba e inajá. Além desses sabores, há ainda os sorvetes de açaí, cupuaçu, milho, bacuri, muruci, goiaba e coco e suas variações - queimado, com chocolate e frutas feitos a partir da mesma linha de produção da cocada. “Mas o que mais sai é o de tapioca”, diz ele.

Imagem de uma mesa com uma bandeja de sorvetes e uma frutas ao lado.

Em Macapá há, ainda, outra sorveteria que usa as frutas regionais em seus sorvetes, a Jesus de Nazaré. Vale uma visita.

Endereços e telefones
Peixaria Fortaleza
Rodovia JK, Igarapé da Fortaleza. Tel: (96) 283-3467 (96) 3283-3467

Flora Restaurante
Rodovia JK, Igarapé da Fortaleza. Tel: (96) 283-2858 (96) 3283-2858

Sorveteria Doce Mão
Av. Maranhão 219 – Pacoval. Tel: (96) 23-3559 (96) 3223-3559

Sorveteria Jesus de Nazaré
R. Leopoldo Machado 737 – Jesus de Nazaré. Tel: (96) 223-2650 (96) 3223-2650

Jambu, agrião do Brasil, jambuassu, abecedária...

Texto e foto: http://come-se.blogspot.com

Já disse aqui que gosto de entrar em qualquer loja, sem amarras ou preconceitos, mesmo quando o assunto não me diga respeito. Sempre acabo achando alguma coisa de meu interesse, geralmente ligada ao ato de comer. Pena que nem todos os vendedores tenham a paciência que compradores como eu merecem. Mas não desisto.

Há mais ou menos um ano descobri no Mercado da Lapa uma banca de ervas para males e simpatias, banhos de Umbanda e oferendas de Candomblé. Fiquei perguntando para quê servia cada erva, qual era a preferida de tal orixá e tal. E antes que a mocinha me enxotasse com vassoura de guiné, entre tantas ervas de cheiro me deparei com uma de comer. Perguntei o nome e a emburradinha: oribepê. Fiz repetir, anotei. Perguntei se não era o jambu. Ela, sem paciência: oribepê! Como usa? Banho para Oxum. Para que serve? Para banho. Ah, e de onde vem? Vou lá saber.

A despeito da coisa ruim, comprei, pois conheço jambu de longe e na cozinha sei pra que serve. Quem nunca sentiu na língua aquele choque-tremelique da erva no tacacá ou no pato no tucupi, pelo menos já deve ter ouvido falar. A plantinha é a Spilanthes oleracea, também conhecida como agrião-do-brasil, agrião-do-norte, agrião-do-pará, jambuassu ou abecedária. É originária da América do Sul, embora haja relatos de cultivo também na Índia e na América Central. E a substância responsável por uma intrigante sensação de amortecimento e tremor na língua é o espilantol (a mesma usada pela Natura para o creme anti-rugas). O excesso de cocção ou fritura direta das folhas elimina este efeito, por isto as folhas devem ser aferventadas rapidamente ou consumidas cruas, em saladas. Muito rico em nutrientes, o jambu apresenta teores mais elevados de ferro e cálcio que o espinafre, parecido na textura macia das folhas.

Chegando em casa, coloquei logo os galhos com folhas murchas na água e vim correndo procurar no Google. Nada de oribepê, nem aproximações como uribebe, auripepê. Fui pela sonoridade até chegar awere-pepe, ewerepèpè e éurepepe. E também pimentinha d´água, o mesmo que jambu. Depois de alguns dias, os galhos, que adoram água, já estavam todos enraizados e com folhas novas. Aí foi só passar para a terra do quintal. Agora, com as primeiras chuvas da primavera, os jambus já começaram a ficar bem assanhados, com folhas graúdas e até flores. A próxima etapa é preparar o tucupi – fácil de fazer em casa. Para o tacacá é só um mais um passinho. Aguardem.

Agora, não me perguntem se já havia jambu na África antes de chegarem aqui os europeus; ou o que quer dizer, em iorubá, awere-pepe; nem sobre os mistérios das comidas de Santo, que eu também preciso aprender. Contribuições são sempre bem-vindas. Enquanto isso, axé!

Tucupi: sumo fermentado e temperado da mandioca.
Tacacá: espécie de sopa tomada em cuias, típica da região Norte, feita com o tucupi, um pouco do mingau de goma de mandioca, camarão seco e folhas de jambu.
Pato no tucupi: pato assado e cozido no tucupi com folhas de jambu.

Almoçando com Olivier Anquier...

Não sou muito de tietagem, mas quem resiste a este gato! Além disso, prometi esta foto para a amiga Sandra Pugliese... Ô desculpa! Mas o fato é que me enfiei no meio de uma dezena de garotas para consegui-la. ..
Aqui o gato com o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, que estava em Macapá para a abertura da Feira do Empreendedor...
Olivier foi convidado pelo Sebrae/Amapá para uma palestra sobre empeendedorismo. Na foto,ele com o mimo que lhe presentearam durante o almoço. Anquier é apaixonado por fuscas.
Vocês sabiam que o 'padeiro' Olivier Anquier, mora no Brasil desde 1979, e que se naturalizou brasileiro em 2007? O almoço foi no restaurante Estaleiros, um dos melhores de Macapá. Lá se come toda espécie de peixes frescos como a pescada e o pirarucu.

Anquier devorou peixe com jambu, aquelas folhas verdinhas que são servidas no caldo de tucupi. Ele me disse que conhece jambu há anos e que simplesmende adora! O jambu ao ser mastigado deixa a boca um pouco adormecida. Mas a sensação é bastante boa!

Quinta-feira, 19//11//2009

Aterrisando em Macapá, Amapá...

Um mar de água doce ao encontro do Oceano Atlântico ...É o estuário do Amazonas, lar de 132 espécies diferentes de camarões...
Navios japoneses chegam bem perto para, sem autorizaqção, fazerem a festa...
Olha lá!!! Macapá...

Quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ao encontro das águas amazônicas...

O piloto nos avisa que estamos próximos de Belém, a cidade de tantos encantos, do Círio de Nazaré, de árvores frondosas e chuvas pontuais...
Abaixo das nuvens mais densas, o que é água começa a tomar forma...
Agora dá pra entender o que são braços de rio, não é mesmo?
A floresta ainda prevalece na paisagem...
Mas as águas começam a tomar conta de tudo...
Até se tornarem quase oceânicas....
Você sabia que as águas do Amazonas avançam 70 quilômetros até se desmacharem por completo no Oceano Atlãntico? Dá para imaginar um caudal ainda doce alargando-se por 70 quilômetros até se salgar por completo? O Amazonas, nosso rio cometa...

Aterrisando em Belém do Pará
19 de novembro de 2009

Passatempo... passa tempo... tempo passa...

Minhas queridas companheiras de viagem, as palavras cruzadas...
É bem verdade que não se fazem Palavras Cruzadas como antigamente. Antes, eram desafios que, às vezes, demoravam dias a ser superado. Não eram simplesmente se buscar por sinônimos ou antônimos, ou algum fato, como agora. Mas correspondiam a definições elaboradas sobre conhecimentos gerais. Outra diferença é que as fazíamos em jornais e revistas e não em publicações exclusivas como agora.

Hoje são o que o nome diza, apenas passatempos.

Mais um tiauzinho pro meu jardim!!!

Estas fotos foram tiradas na quinta, 19, pela manhã, antes de seguir pro aeroporto a caminho de Macapá e Belém, a trabalho. Aí está Mel, em sua última foto por aqui. Mudou de casa, estava aprontando demais!
Amo brincos de princesa e os meus, em vaso, nunca param de florescer!!!

Adoro estes restos de coluna, pesadíssimos, que recolhi na rua...

Domingo, Novembro 22, 2009

Outro apagão para não ser esquecido!!!

Estas fotos do Thiago iluminadas pela telinha do computador são pra deixar registrado a noite sui generis de 19/11/2009 quando durante mais de cinco horas, a partir das 18, a luz foi e voltou uma sete vezes...
Noutro dia atribuiram o problema a uma explosão na rede de transmissão que serve o Distrito Federal. Na quinta-feira, eu viajaria as onze horas para Macapá e não pude fazer nada do que havia programado.

De volta à Brasília

Bem, como estou passando muito tempo, ultimamente, em aeroportos, vou começar a lhes dar visibilidade aqui no Blog, que eles merecem (alguns é claro!). O de Salvador é bastante confortável e de fácil acesso...
Aqui o diretor Carlos Alberto dos Santos, voltando à Brasília para um dia e meio de agenda na cidade e depois embarcar novamente, desta vez para compromissos em Macapá, na quinta-feira (19), e Belém, na sexta (20). Também na foto, nossa super assessora para Assuntos de Logística, Sandra Pugliese.
Pátio do aeroporto. Novas emoções nos aguadam. Tá difícil vôo não atrasar neste fim de ano...
Tem horas que aviões me parecem imensas lagartas! Esperas em aeroportos produzem estados alterados de consciência? hahahaha... Só pode!

Grandes bancos e cooperativas dão relevância às microfinanças no Brasil

Realidade brasileira é diferente e indústria microfinanceira não pode ser avaliada segundo os mesmos parãmetros utilizados para outros países da América Latina
Os grandes bancos de varejo são os responsáveis pela massificação dos serviços microfinanceiros, verificada nos últimos anos no Brasil. Por isso, ao se quantificar os recursos destinados à população de menor renda e também aos trabalhadores por conta própria como agora os que já se formalizam sob o regime de empreendedores individuais, bancos como o do Brasil, o do Nordeste, a Caixa Econômica Federal e privados como o Bradesco, entre outros, não podem ser deixados de fora, sob pena de distorção estatística.

Sem essas instituições, pelo tamanho físico e populacional do Brasil, sem a qualidade da inovação na prestação de serviços que agregam ao processo de bancarização, a indústria microfinanceira do País corre o risco de continuar sendo avaliada como incipiente, apesar dos avanços já registrados.

São bancos e também, agora, as cooperativas de crédito, os responsáveis pela pulverização de volume expressivo de recursos tanto para empreendedores rurais quanto urbanos. “Como não caracterizar como integrantes importantes ativos da indústria microfinanceira programas de impactos relevantes em termos locais e nacionais como o Pronaf, de financiamento da agricultura familiar?”, indagou o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos , na abertura do I Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, que teve inicio, nesta segunda-feira (16) em Salvador (BA) e termina na quarta-feira (18).

Segundo Carlos Alberto, por mais relevante que seja a atuação dos operadores de microfinanças que atuam de forma independente ou em redes para as comunidades interioranas ou da periferia dos grandes centros, é a atuação dos bancos e cooperativas de crédito que estão dando relevância econômica à indústria financeira. Quanto mais atores no segmento, melhor para os pequenos negócios.

“Operadores de microfinança têm todo o nosso apoio, mas nosso foco, nosso objetivo final é o bom atendimento da nossa clientela. E levando-se isso em consideração, o trabalho dos grandes bancos de varejo, públicos e privados, precisa ser considerado. A realidade brasileira é diferente de outros países da América Latina. Temos aqui um sistema financeiro forte e consolidado e a indústria microfinanceira precisa crescer a partir dele e integrado a ele”, ressaltou.

O diretor disse ainda que o Sebrae tem apostado sempre em soluções de mercado quando estabelece parcerias para a ampliação dos serviços financeiros com redução de custos para micro, pequenas empresas e empreendedores individuais. E que novos e promissores nichos de atuação começarão a ser vislumbrados pelos operadores de microfinanças, em decorrência da aceleração do processo de formalização da economia, a partir das novas regras tributárias e previdenciárias previstas no dispositivo da Lei Geral que criou a figura do Empreendedor Individual, trabalhadores por conta própria com faturamento anual de até R$ 36 mil.

http://www.agenciasebrae.com.br

17/11/2009

Onde está o Wally

Nos jardins do pátio do Fiesta Bahia dá de brincar de Onde está o Waly, com a família de miquinhos hóspedes beneméritos do hotel.
São oito ao todo e os primeiros a serem atendidos no café-da-manhã, almoço e jantar.
Pra brincar, clique na foto para ampliá-la.
E é melhor capricharem no atendimento porque, caso contrário, é um côro desafinado de guinchos em protesto..
Este aí de cima não é a delicadeza em pessoa? Olha só como se apóia elegantemente sobre um braço e segura o pedaço de banana! Miquinhos nos pátios e quintais das casas de Pituba, são vestígios da mata que vivia até bem próxima ao mar, na região.

Salvador
Terça-feira, 17/11/2099

Midia regional

Nós que moramos em Brasília, pecamos, muitas vezes, por não avaliar a abrangência, o impacto da programação do noticiário local e regional.

Aqui, mesmo os jornais impressos e televisivos tem viés nacional. Quando nós da Agência Sebrae de Notícias viajamos para outras capitais e mesmo interior podemos constatar o crescente profissionalismo e dedicação dos nossos colegas fora do Eixo Brasília-Rio-São Paulo.

Na foto, o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, em entrevista à TV Bahia, filiada da TV Globo. A matéria ouviu outros participantes do I Fórum Banco Central - Inclusão Financeira, Salvador, como também empreendedores. Veja em: http://www.portalibahia.com...

Mulata assanhada...

Ai, mulata assanhada
Que passa com graça
Fazendo pirraça

Fingindo inocente
Tirando o sossego da gente

Ai, mulata se eu pudesse
E se meu dinheiro desse
Eu te dava sem pensar
Essa terra, este céu, este mar

E ela finge que não sabe
Que tem feitiço no olhar

Música de Ataulfo Alves
Salvador, 16/11/²009

Sob as bençãos dos Orixás...

E na Bahia, é claro! tudo começa e termina em festa.
E esta é a do encerramento do primeiro dia de trabalho do I Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira...
Ficou difícil saber se era só performance artística ou todos os santos estavam baixando mesmo!!!
Até uma leiga como eu em assuntos afros...
sabe que esta dama de vermelho, acima, é a poderooosaaa Pomba Gira!
Fico pensando, se não fosse a Bahia...
que Brasil seríamos?

Em Salvador, todo mundo trabalhando! Da praia, só a meresia...

Na foto, o diretor de Administração e Finanças do sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, no segundo dia do I Fórum Banco Central de Microfinanças, 17/11, Salvador, Bahia.
Taniara (Sebrae/RJ) e a amiga inseparável. As duas aprovaram a formatação do Fórum. Pela manhã palestras e debates. à tarde, reuniões de grupos.
Em primeiro plano, João Albuquerque (Sebrae/PE)
O gerente de Acesso a Serviços Financeiros (Sebrae Nacional) e Dora Parente (Sebrae/BA)
Robson Vitor (Sebrae Nacional)
Wilson (Sebrae/AM)
Alessandro Chaves (Sebrae/MG)
Sandra Pugliese (Sebrae Nacional)

Tinha mais gente do Sebrae, mas as fotos ficaram muito fora de foco. Culpa desta fotógrafa, é claro!

Livro reúne abordagens de diferentes atores sobre Inclusão Financeira


O Banco Central lançou em Salvador, Bahia (16/11) o livro 'Prespectivas e Desafios para a Inclusão Financeira, no Brasil', com a visão de diversos operadores e apoiadores como o Sebrae sobre o tema.

O lançamento marca o início do Projeto Inclusão Financeira do Banco central, que terá como partida os diagnóticos apresentados no livro que incorpora os avanços verificados no segmento de Microfinanças nos últimos dez anos.

Acima, Luiz Feltrim (o quinto da esquerda para a direita), Elvira Cruvinel e Alexandra Dodl (Banco Central), coordenadores da publicação

No capítulo 10, o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, trata do tema 'Crédito para os pequenos negócios: o duplo desafio de ampliar a oferta e reduzir custos. Para ele, a grande assimetria de informações entre agente financeiro e pequena empresa, os altos custos da operação e a insuficiência de garantias resultam em uma percepção negativa por parte do agente financeiro, o que inviabiliza ou dificulta sobremaneira o acesso a crédito pelas micro e pequenas empresas.

Texto a partir de matéria feita por Regina Xeyla para a Agência Sebrae de Notícias

Grandes bancos e cooperativas dão relevância às microfinanças no Brasil

Os grandes bancos de varejo são os responsáveis pela massificação dos serviços microfinanceiros, verificada nos últimos anos no Brasil. Por isso, ao se quantificar os recursos destinados à população de menor renda e também aos trabalhadores por conta própria como agora os que já se formalizam sob o regime de empreendedores individuais, bancos como o do Brasil, o do Nordeste, a Caixa Econômica Federal e privados como o Bradesco, entre outros, não podem ser deixados de fora, sob pena de distorção estatística.

Sem essas instituições, pelo tamanho físico e populacional do Brasil, sem a qualidade da inovação na prestação de serviços que agregam ao processo de bancarização, a indústria microfinanceira do País corre o risco de continuar sendo avaliada como incipiente, apesar dos avanços já registrados.

São bancos e também, agora, as cooperativas de crédito, os responsáveis pela pulverização de volume expressivo de recursos tanto para empreendedores rurais quanto urbanos. “Como não caracterizar como integrantes importantes ativos da indústria microfinanceira programas de impactos relevantes em termos locais e nacionais como o Pronaf, de financiamento da agricultura familiar?”, indagou o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos , na abertura do I Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, que teve inicio, nesta segunda-feira (16) em Salvador (BA) e termina na quarta-feira (18).

Segundo Carlos Alberto, por mais relevante que seja a atuação dos operadores de microfinanças que atuam de forma independente ou em redes para as comunidades interioranas ou da periferia dos grandes centros, é a atuação dos bancos e cooperativas de crédito que estão dando relevância econômica à indústria financeira. Quanto mais atores no segmento, melhor para os pequenos negócios.

“Operadores de microfinança têm todo o nosso apoio, mas nosso foco, nosso objetivo final é o bom atendimento da nossa clientela. E levando-se isso em consideração, o trabalho dos grandes bancos de varejo, públicos e privados, precisa ser considerado. A realidade brasileira é diferente de outros países da América Latina. Temos aqui um sistema financeiro forte e consolidado e a indústria microfinanceira precisa crescer a partir dele e integrado a ele”, ressaltou.

O diretor disse ainda que o Sebrae tem apostado sempre em soluções de mercado quando estabelece parcerias para a ampliação dos serviços financeiros com redução de custos para micro, pequenas empresas e empreendedores individuais. E que novos e promissores nichos de atuação começarão a ser vislumbrados pelos operadores de microfinanças, em decorrência da aceleração do processo de formalização da economia, a partir das novas regras tributárias e previdenciárias previstas no dispositivo da Lei Geral que criou a figura do Empreendedor Individual, trabalhadores por conta própria com faturamento anual de até R$ 36 mil.

Publicada em 16/11/2009

http://www.agenciasebrae.com.br

Banco Central: Crise mostrou que a base de um sistema financeiro sólido está nos pequenos depósitos e empréstimos


Caros leitores, posto só agora no Blog algumas das matérias que fiz, durante o I Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, ocorrido em Salvador, de 16 a 19 deste novembro. Valem como registro, em um momento que o assunto começa a ganhar relevância na mídia a partir de estratégias implementadas por grandes bancos públicos e privados. Aí vai a primeira delas:


A crise financeira global que atingiu o Brasil com força a partir de setembro do ano passado e fez o fluxo do crédito externo secar para as grandes empresas, demonstrou que a base de um sistema financeiro sólido, forte, está nos pequenos depósitos, nos pequeno empréstimos”, afirmou o diretor do Banco Central, Antonio Gustavo do Vale, ao abrir, nesta segunda-feira (16), o I Fórum sobre Inclusão Financeira, no Fiesta Bahia, em Salvador, promovido pela instituição e pelo Sebrae.

O foco de encontros anteriores, de 2002 a 2008, promovidos pelo BC e Sebrae sobre Microfinanças, esteve na disseminação da necessidade de oferta de produtos e serviços diferenciados à população e aos empreendedores de menor renda, na esteira do processo de bancarização puxado pelos bancos públicos.

Agora, explicou Vale, o foco está na educação financeira para que empreendedores e microempresas saibam gerir os próprios negócios do ponto de vista da competitividade, da sustentabilidade. “A inclusão financeira se dará a partir dessa educação em sintonia com os objetivos de promoção do desenvolvimento local e o interesse público.” afirmou. Para a formatação das ações de educação financeira, o Banco Central anunciou, na abertura do Fórum de Salvador, a instalação de um Grupo de Trabalho permanente de Inclusão Financeira.

Para o diretor do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, que também participou da abertura do Fórum, o enfrentamento da crise financeira global mostrou que o Brasil tem fundamentos sólidos, capacidade de enfrentar adversidades externas. “Passamos a ser visto pela comunidade internacional como um país normal. Não escondemos que temos problemas. Somos um país normal cheio de problemas e o nome do jogo para resolvê-los se chama inclusão, por meio da produção, de serviços financeiros, da geração de emprego e renda”, ressaltou.

Diagnóstico

O diretor do BC, Antonio Gustavo do Vale, informou ainda que as ações que serão construídas ou já em processo de construção com parceiros públicos e privados, referentes à ampliação e fortalecimento da indústria microfinanceira, parte de diagnóstico consolidado no livro Perspectivas e Desafios para a Inclusão Financeira no Brasil; visão de diferentes atores, que será lançado ao final deste primeiro dia de trabalhos do Fórum, que prossegue até quarta-feira.

O livro trás artigo do diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. O Sebrae Nacional, a partir de decisão de sua diretoria-executiva, já implementa o Programa de Inclusão Financeira para avançar em ações direcionadas aos trabalhadores por conta própria que estão optando pela formalização, via dispositivo em vigor na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa que criou a figura do Empreendedor Individual, aqueles com faturamento anual até R$ 36 mil.

Publicada em 16/11/2009

http://www.agenciasebrae.com.br

Sábado, Novembro 21, 2009

Ele se chama Eliseu, mas quer ser chamado de Brown...


Esta simpatia toda de mano chama-se Eliseu. Mesmo sabendo o significado do nome de origem hebráica, Deus, ou mais especificamente Deus é a salvação, não gosta dele.

Prefere um nome mais pop: Brown, quem nem o do Carlinhos Brown! O Eliseu foi nosso prestativo garçom na Praia Jardim de Alah em Salvador. E não é que numa mesma praia temos Elizeu e Alá?


Na foto, o amigo João Silvério e Eliseu
Salvador, 15/11/2009


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Peixinho na praia, melhor não há...

Foi bom demais. Peixe de carne branquíssima, com gosto de mar. Saladinha e farofa com um pouco de dendê, aí fica amarelinha. Antes comemos lambretas e bolinho de bacalhau. As lambretas estavam ótimas, mas o bolinho de bacalhau nao tinha nem o cheiro...
Só eu mesma para cair de paraquedas numa praia dessas de salto e calça comprida. A própria gringa sem qualquer noção...

Praia Jardim de Alah
Salvador, 15/11/2009

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No Jardim de Alá!!!

A praia de Jardim de Alah fica no bairro Costa Azul, Salvador, Bahia. Tínhamos algumas horas de folga,no domingo, 15, antes do trabalho começar pra valer na segunda. Então eu e meu amigo e colega de trabalho, João Silvério, pegamos um taxi. Estávamos à procura de um restaurante.

Procuramos, primeiro, na orla, o K- Moqueca. Lotado. Tentamos, mais pra frente, o Imenjá. Lotado. Aí resolvemos tentar um peixinho frito na praia. Foi o melhor que fizemos. A primeira foto registra o êxtase de João, ao começar a caminhada pelo Jardim de Alah!

No início da praia já se vê um pequeno coqueiral incorporado à paisagem após a urbanização da orla.

Logo depois do coqueiral, existem muitas barracas que servem bebidas e comida na areia, pra quem quer ficar embaixo de um guarda-sol bem pertinho do mar.

As muitas pedras da praia formam, na maré baixa, poças que permitem deciosos banhos.Por isso a praia é frequentada por muitos casais com filhos pequenos.

A Praia se encontra em torno de 15 quilômetros de Salvador.
O bom é se hospedar nas imediações e mesmo em Pituba, como nós.

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Sorria, você está na Bahia...

O Brasil sempre começa pela Bahia, desde Pedro Álvares Cabral. Claro que o Rio de Janeiro tem aquela magia mítica que nos identifica no mundo. Mas só os baianos conseguem, como ninguém, dar visibilidade ao que de melhor têm aos que chegam às terras do Senhor do Bonfim a passeio ou trabalho.

Os halls dos hotéis fazem te sentir na praia, mesmo que teus pés repousem sobre tapetes... A claridade vem de clarabóias e sob elas grandes chapéus de sol...

Salvador, 15/11/²009

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Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Há cem anos, Pituba, Salvador, era uma grande fazenda...

Da janela do meu quarto, no décimo segundo andar do Fiesta Bahia Hotel, o bairro litorâneo Pituba, Salvador, Bahia.
O nome Pituba é de origem indígena e significa bafo, exalação, maresia.

O bairro nasceu planejado, na primeira década do século passado. Ruas e avenidas foram desenhadas na área de uma grande e antiga fazenda...
Hoje, Pituba conta com 25 alamedas (além das grande avenidas) e mais de 150 ruas. A população estimada é de cerca de 200 mil pessoas. Na foto, o edifício de fachada espelhada reflete o Fiesta Bahia Hotel onde aconteceu de segunda, 16, até esta quinta, 19, o I Fórum Banco Central de Inclusão Financeira.

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Ampliação deixou aeroporto de Brasilia com jeito de Rodoviária...

A ampliação do aeroporto de Brasília não contemplou inovações que vigoram há decadas, como os túneis que levam os passageiros das salas de embarque direto para as respectivas poltronas. Com as reformas, parte do piso foi transformado em sala de espera. De lá, os passageiros são levados de ônibus até as escadas de acesso ao avião. Um transtorno a mais para passageiros idosos ou com dificuldades de locomoção. Além disso, as salas são bastante apertadas e pouco ventiladas.

Enfim!!!

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Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Dinossauros para todos os gostos...

Quando posso, antes de embarcar em qualquer vôo faço um lanchinho porque como sabem o que vem sendo servido pelas companhias aéreas é um verdadeiro desastre. Melhor que não oferecessem anda além de bebidas.

A Bom Bocado faz tempo está estabelecida no aeroporto e inventou uns pastéis inspirados nos formatos dos queridos dinos. Tem sauros para todos os gostos: de frango, de carne, de palmito.E são bem gostosos e o melhor livre das gorduras das coisas fritas.
As empadas, tamanho bem avantajado, também não deixam a desejar. A de camarão é bem boa. Para lanchar na Bom Bocado você não precisa ir ao aeroporto. Uma delas funciona na Livraria Leitura do Conjunto Nacional.

15/11/2009

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Dia de semana, domingo ou feriado, aeroporto sempre lotado...

Viajar de avião tem sido um desprazer constante. Vôos que continuam em atrasos. Passageiros que teimam subir a bordo com sacolas e sacolas atrapalhando o embarque e acomodação de bagagens de mão... Lanchinhos horrorosos, mesmo em hora de almoço...
Companhias aéreas e aeroportos por mais que sejam ampliados (a maioria das reformas são bem chinfrins) não conseguem atender a demanda crescente por deslocamentos mais rápidos para dentro ou fora do país...

Só para se ter uma idéia do problema. Nem eram dez horas da manhã de domingo e foi quase impossível achar uma vaga no estacionamento pago do aeroporto de Brasília.

15/11/2009
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O que a gente vai deixando pra trás é sempre mais bonito...

Passeamos pela paisagem dias após dia sem dar a mínima pra ela. Mas quando a passagem é mais uma adeus, tudo fica diferente...
Os arcos da Ponte Nova nunca me pareceram tão bonitos como no último domingo, 15, a caminho do aeroporto para uma outra viagem a serviço. Desta vez Salvador, dois dias apenas depois de chegar do Rio, para Oficina da Organização Internacionaldo Trabalho (OIT).
Era ainda de manhã. Pouco movimento nas ruas e os que acordam cedo já na caminhada...

Domingo, 16/11/2009

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Casa de vovozinha...

Depois de frequentar mais recentemente apartamentos recém comprados e decorados de amigos mais jovens fiquei meio deprimida. Minha casa, tão ampla, de tão belos jardins, tava mais parecendo a de uma vovozinha. Aparelhos elétricos-eletrônicos feios, defasados, pouco eficientes... Uma tristeza!

Comecei comprando um notebook. E agora, final de ano, décimo terceiro entrando, resolvi num ímpeto trocar a TV. Nem deu tempo de tirá-la da caixa e precisei viajar novamente a serviço. Thiago se encarregou de instalá-la.

Ontem domingo, 15, à noite lá estava ele fazendo a festa com o seu também mais novo brinquedinho, o tal do WII. Tirou uma foto da brincadeira com os amigo e me enviou pelo celular. Aí está foto. Minha salinha de TV ficou esquisita que esta enorme TV que nem ponta de linha é... Na verdade comprei numa liquidação. Novos modelos chegando nas lojas para a farra de Natal dos mais abonados do que eu...